Informações do Tesouro Nacional mostram um aumento de 0,22% em comparação a fevereiro, quando a dívida totalizava R$7,49 trilhões
Em março de 2025, a Dívida Pública Federal (DPF) do Brasil aumentou 0,22% em relação a fevereiro, passando de R$7,49 trilhões para R$7,51 trilhões, conforme dados divulgados pelo Tesouro Nacional. Esse crescimento de R$16,3 bilhões é atribuído principalmente à apropriação positiva de juros, que somou R$74,09 bilhões, parcialmente compensada por resgates líquidos de R$52,99 bilhões. Em comparação com o mesmo mês do ano anterior, a dívida apresentou uma alta de 13,1%, quando totalizava R$6,6 trilhões.
A composição da dívida é majoritariamente interna, com a Dívida Pública Mobiliária Federal Interna (DPMFi) alcançando R$7,198 trilhões, representando 95,8% do total. A dívida externa (DPFe) registrou uma redução de 1,53%, fechando em R$309,54 bilhões. Entre os detentores dos títulos públicos federais, destacam-se as instituições financeiras com 30,47%, seguidas por fundos de investimento (21,47%) e grupos previdenciários (24,12%).
Em termos de vencimento, 25,6% da dívida tem prazo superior a cinco anos, 55,7% vence entre um e cinco anos, e 18,7% está programada para os próximos 12 meses. O Tesouro Nacional estima que a DPF poderá atingir entre R$8,1 trilhões e R$8,5 trilhões até o final de 2025, conforme o Plano Anual de Financiamento (PAF).





